Fabricantes de veículos dizem sim ao HVO

São Paulo – O Brasil ainda precisa discutir a aplicação do HVO, o combustível que substitui o óleo diesel, por meio de políticas públicas de incentivo. Ainda que a frase represente o que acreditam os setores envolvidos em sua produção, regulamentação e uso, a indústria acredita que produzir e aplicar o óleo vegetal hidrotratado em larga escala internamente significa passos mais largos em direção à redução de emissões no curto-prazo.

 

 

HVO ganha espaço como alternativa de biodiesel

São Paulo – Uma alternativa ao biocombustível, mais limpa e com características muito próximas ao diesel comum, começa a ganhar espaço nas mesas de discussão de fabricantes e operadores de caminhões e ônibus. Trata-se do HVO, Hydrotreated Vegetable Oil, óleo diesel limpo produzido a partir do óleo vegetal da soja ou outras fontes de matéria-prima vegetal ou animal, permitindo, inclusive, a mistura delas. Com processo produtivo diferente, sua aparência é semelhante à do diesel fóssil vendido nos postos – segundo técnicos, é impossível notar a diferença dos dois a olho nu.

 

 

DAF prepara centro de distribuição em Ponta Grossa

São Paulo – A DAF assinou acordo com governo do Paraná que trata da ampliação da área construída da fábrica instalada em Ponta Grossa, PR. Será erguido ao lado da unidade um centro de distribuição de peças de quize mil metros quadrados. O valor do empreendimento, segundo a montadora, será revelado em breve. O que se sabe, por ora, é que ele se tornou viável por meio do programa estadual de incentivos Paraná Competitivo.

 

Eletra busca parceiro para reciclagem de componentes

São Paulo – A Eletra articula nova oferta para o mercado de caminhões em 2020 com serviço de retrofit – a ideia é propor aos frotistas a mudança do powertrain a combustão de frotas com esse perfil para um novo, elétrico ou híbrido, numa equação onde a troca seria mais vantajosa financeiramente do que uma renovação da frota por modelos novos.

 

VWCO presume tendência de U no mercado de caminhões

Resende, RJ – Uma tendência já verificada nos mercados europeus de caminhões começa a ser identificada pela Volkswagen Caminhões e Ônibus no Brasil: a concentração de vendas nos segmentos leve e pesado. Foi classificada, pelo seu gerente executivo de marketing, Luciano Cafure, como U por apresentar um pico em uma ponta, os leves, e um pico em outra ponta, a dos extrapesados, com os demais segmentos – médios, semipesados, pesados – de menos volume.

 

Delivery Express adota a sigla DLX

Resende, RJ – Uma campanha publicitária elaborada pelo time de marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus buscará reforçar a alcunha DLX na linha Delivery Express, os comerciais leves produzidos em Resende, RJ. A companhia busca uma linguagem mais próxima do pequeno empreendedor, que hoje vai atrás de uma picape, um furgão ou um utilitário de outras marcas.

 

Linha Volkswagen Delivery ganha opção fora de estrada

Resende, RJ – A Volkswagen Caminhões e Ônibus oferecerá ao mercado uma versão 4×4 do Delivery 11.180, em busca do frotista que procura uma opção de caminhão leve para operações mais extremas, como fazendas e usinas de geração de energia. Será uma das grandes atrações do estande da marca na Fenatran, em outubro, e ocupará uma faixa de mercado que ficou sem alternativa desde a saída da Série F, da Ford.

 

Eletra apresenta o ônibus híbrido nacional

São Paulo – O DualBus, ônibus híbrido desenvolvido por uma uma espécie de consórcio nacional com fornecedores de peso liderado pela Eletra, foi apresentado ao mercado na terça-feira, 24 – com um pouco de atraso, pois seu planejamento inicial estimava o primeiro semestre como prazo. O modelo é equipado com motor elétrico, que movimenta seus eixos trativos, e um motor estacionário a diesel, para alimentar as baterias que fazem o veículo funcionar.

 

Vendas de importados ficarão na casa das 35 mil unidades

Indaiatuba, SP – As vendas de veículos importados pelas empresas associadas da Abeifa ficarão na casa das 30 mil a 35 mil unidades, abaixo da projeção de 40 mil unidades divulgadas pelo seu presidente, José Luiz Gandini. Durante o lançamento do Kia Cerato, o empresário – que representa a Kia no mercado brasileiro – creditou ao dólar a culpa pelo volume inferior às estimativas.